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Integrantes do NEABI do Campus Teófilo Otoni visitam Aldeia Maxakali em Ladainha

Publicado: Terça, 10 de Julho de 2018, 10h14 | Última atualização em Terça, 10 de Julho de 2018, 10h15

No último dia 03/07 (terça feira), integrantes do NEABI (Núcleo de Estudos, Pesquisas e Extensão Afro-Brasileiros e Indígenas do IFNMG-Campus Teófilo Otoni), realizaram uma visita à Aldeia Verde, localizada na Zona Rural do município de Ladainha, onde se reúnem aproximadamente cerca de 500 indígenas, dos quais existem cerca de 60% de crianças – kitokos, na língua maxakali.

A visita foi articulada pelo membro externo do NEABI, Humberto Alencar da Silva Freitas - Secretario da Cáritas Diocesana e Articulador das Ações Sociais e o acolhimento feito por Noêmia Maxakali, liderança indígena e uma das professoras responsáveis pela transmissão das tradições Maxakali às crianças da Aldeia. Vale dizer, que apesar de fragilizados pela perda de seus territórios, resultado do processo de colonização e ocupação da Região do Vale do Mucuri, esses povos, devem ser considerados como um povo guerreiro, pois preservam sua Religião, suas tradições e especialmente, sua língua, o que lhes garantem uma unidade cultural desses povos.

Ressalta-se que apesar de suas resistências em face do processo de ocupação de suas terras por fazendeiros locais, desde o ano de 2005, os Maxacali estão divididos em 04 (quatro) grandes grupos de aldeamentos, respectivamente, em Bertópolis, Ladainha, Santa Helena de Minas e Topázio.

A comunidade do IFNMG – Campus Teófilo Otoni, por meio do NEABI, agradece a disponibilidade das lideranças da Aldeia Verde pela acolhida e deseja que essa seja a primeira visita de outras tantas que poderão vir a ser realizadas, com o intuito de sensibilizar os moradores dessa região da importância de serem preservados os padrões culturais dos povos tradicionais que habitam essa região, que compreendem a área de abrangência do Campus Teófilo Otoni.

Ficou para todos nós, membros do NEABI, um grande aprendizado e quando se depararem com indígenas Maxakali, antes de qualquer preconceito, digam a eles:

Bayí – interjeição típica desses povos, que indica “Olá, Tudo bem?; Como vai?; Adeus!

 

 

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