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II Semana da Consciência Humana leva o Campus Arinos à comunidade

Publicado: Sexta, 21 de Dezembro de 2012, 08h35 | Última atualização em Sexta, 18 de Janeiro de 2013, 14h27

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Entre os dias 20 e 24 de novembro, docentes, técnico-administrativos e alunos do Campus Arinos celebraram a II Semana da Consciência Humana. O projeto tem como objetivo implementar as diretrizes curriculares da lei 10.639/03 no âmbito de todo o currículo escolar. Pensando nisso, a escola tem lutado para trabalhar o tema da diversidade (partindo da diversidade étnico-racial, mas não limitando-se a ela) em seus mais variados significados.

Antes da semana temática, os servidores trabalharam a diversidade musical nos horários de intervalo, propiciando momentos de lazer e cultura que contemplaram músicas nordestinas, amazonenses, gospel e música negra em seus múltiplos ritmos, dentre outras.

Na semana de culminância, servidores, alunos e comunidade discutiram, em vários espaços, a história do preconceito racial, a memória cultural e patrimonial da cidade de Arinos, os estigmas à musicalidade negra, a adoção inter-racial de crianças e o espaço dos negros na mídia.

O grande salto do projeto foi a percepção de que o Instituto precisa estar mais próximo da comunidade, especialmente durante estes debates. Foi nesse sentido que os alunos dos cursos integrados do campus se propuseram a discutir os temas com os alunos do 9º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio da Escola Estadual Professor Benevides neste espaço. Durante uma manhã, os adolescentes dessas duas escolas participaram de um momento ímpar em suas formações cidadãs ao realizarem minicursos e oficinas sobre os temas: Homofobia, preconceito no esporte, a diversidade africana e as raízes afro na literatura brasileira.

No último dia do projeto, os diversos setores do campus se deslocaram para o bairro Crispim Santana onde celebraram junto àquela comunidade a diversidade humana através de apresentações artísticas e culturais protagonizadas tanto pelos alunos do campus, quanto pelas pessoas do próprio bairro. Entre o cinema comentado “Vista a minha pele”, as danças indígenas e africanas, o maculelê, o hip hop e o carimbó, as pessoas presentes vibraram, se emocionaram e entenderam que num país como o Brasil, “a diferença é o que temos em comum”.

Confira aqui as fotos.

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